Mostrando postagens com marcador jornalismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jornalismo. Mostrar todas as postagens

domingo, 20 de janeiro de 2008

Pólo Aquático na Ufac


A touca usada pelos jogadores e o giro para segurar a bola não é nada comum. A princípio, mais parece um jogo de handebol, mas o fato do numero de jogadores ser diferente e de a disputa acontecer na piscina faz desta uma modalidade diferenciada.
O pólo aquático teve origem na Inglaterra em meados do sec. XIX como uma versão aquática do rúgbi. Em 1870 foram estabelecidas as primeiras regras para piscinas cobertas. Os escoceses introduziram novas regras enfatizando a velocidade da natação e dos passes. Surgiu a baliza de três metros por noventa centímetros. Em 1900 o pólo já era tão popular que foi o primeiro jogo coletivo a ser disputado nas olimpíadas.
No Brasil, apesar de não ser uma modalidade tão conhecida, o pólo aquático foi introduzido por Flávio Vieira em 1913, o qual organizou um torneio na enseada de Botafogo, no Rio de Janeiro. O primeiro jogo internacional somente ocorreu em 1919, em águas livres da Baia de Guanabara, quando o Brasil venceu a Argentina. O Brasil não tem tido destaque nos jogos olímpicos. No plano das Américas, disputa a supremacia com Argentina e Estados Unidos.
Na UFAC essa modalidade é recente, menos de um mês de treinamento e as equipes estão em fase de aperfeiçoamento de técnicas, já que o pólo aquático não aproveita muito das técnicas de natação.
Para o jogador Simón Tupac, no polo aquático o nadador perde suas técnicas de sincronia, pois as técnicas de flutuação, arremesso e as táticas de marcação são diferenciadas da natação padrão. Entretanto, ganham forças, pois o tempo de flutuação e a coordenação motora das pernas é maior.
A idéia de se reimplantar o pólo aquático no Acre surgiu de uma parceria entre os Departamentos de Educação Física e Letras da UFAC. Segundo o professor Osvanilson Veloso que acaba de retornar do curso de doutorado em Santa Catarina, onde na oportunidade integrou a equipe de polo aquático da UFSC, a inexistência da modalidade esportiva no estado culminou com a oportunidade de diversificação das modalidades esportivas aquáticas praticadas no campus da UFAC. Em parceria com a Federação Aquática do Estado do Acre, desenvolveram um projeto PIBEX.
Para as disputas interestaduais o projeto pretende formar duas equipes oficiais sendo uma masculina e uma feminina. Essas equipes ainda estão em fase de preparação física e conhecimento das táticas do jogo.

O projeto continua aberto a receber novos treinandos, e para os interessados vale ressaltar a necessidade de ser um bom nadador e persistente na preparação física.

O "fazer" jornalismo

“A moral é a instância primeira, ponto de referência de um conjunto de preceitos que fundamenta o ato do homem e as relações humanas, ao qual o indivíduo aceita submeter-se para poder viver em sociedade. Ela preocupa-se com o universal, o absoluto. A ética, então, fica compreendida como um conjunto de valores livremente eleitos pelo indivíduo, em função de uma finalidade por ele mesma estabelecida e que acredita ser boa. Ela aparece como subsidiária. Essa concepção recupera a diferença estabelecida pelo filósofo Paul Ricoeur entre aquilo que se pensa ser bom (a ética) e aquilo que se impõe como obrigatório (a moral)”.

A deontologia, no que concerne à mídia, é um conjunto de princípios e regras, estabelecidos pela profissão, de preferência em colaboração com os usuários, a fim de responder melhor às necessidades dos diversos grupos da população (...).

O exercício do jornalismo é, antes de tudo, uma jornada onde devemos compreender os limites entre a ética e a deontologia. Na maioria das vezes, os problemas éticos são da ordem da deontologia ou vice versa. Isto implica que a ética não se define apenas pelo comportamento individual, no julgamento do senso comum.

A ética na imprensa é, sim, a demarcação de limites para o pragmatismo, que, por si, não conhece limites. Enfrentar a discussão ética é aceitar o pressuposto de que é possível, ainda que numa perspectiva mais ou menos utópica, buscar mecanismos que protejam valores coletivamente eleitos contra um regime do não-valor moral (...).